LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sábado, 22 de junho de 2013

Acabou! E não acabou, não….

Acabou! E não acabou, não….

21 de Jun de 2013 | 21:45
Meus caros amigos e amigas que se dão ao trabalho de ler o que diz um maluco que diz o que pensa, do jeito que sempre fez em 40 anos de luta política.
Quero dizer algo, temerário como sempre sou: acabou.
Claro que pode haver um ou outro espasmo, aqui e ali.
Mas o movimento massivo acabou como começou: com a ação do poder público e da mídia.
A pancadaria e a onda de simpatia que ela despertou encheram a rua.
Mas foi a cobertura da mídia, cúmplice, que transformou manifestações em multidões.
Multidões, mas não maiorias.
A direita contava com a imobilidade do Governo, que demorou a agir com inteligência.
A rigor, só hoje a Presidenta Dilma Rousseff disse o que precisava ser dito, num pronunciamento irreparável em rede de rádio e televisão. (assista na seção vídeos)
A Globo virou o fio.
O Movimento Passe Livre anunciou que não chamará novas manifestação.
Acabou.
Mas não acabou, não.
Agora temos de avançar.
Não querem mais educação? Saúde padrão Fifa?
Nós também.
Vamos lá, apertar os governadores: 100% dos royalties do petróleo para a educação, como o Governo Federal já propôs em relação à sua parte!
Médicos cubanos, portugueses, espanhóis para atender à população, sim! Não importamos uísque, carros, Rolex, bugigangas? Não defendem o livre trânsito de mercadorias? Porque não o mesmo com médicos que o país precisa?
Leis mais duras não contra os trombadinhas, contra usuários de crack, não contra doentes, mas contra os espertos e os golpistas.
E, sobretudo, ações contra a especulação e ao terrorismo inflacionário da mídia.
Porque eles estão desesperados e abriram o jogo: seu negócio é “Fora, Dilma”, o resto é máscara.
E nós, que estamos juntos ao governo eleito pelo povo, temos é de partir pra cima.
Lógico que não fisicamente, que ação de baderna é coisa de direitista provocador.
Mas na política, na polêmica, na discussão sobre quem tem muito e quem tem quase nada neste país.
 Por: Fernando Brito
Fonte: Tijolaço
Assista o Pronunciamento da Presidenta Dilma

Nenhum comentário: