LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 11 de junho de 2013

Petista discorda de candidatura para presidência estadual do partido



Petista discorda de candidatura para presidência estadual do partido

Por: Juliana Costa (Twitter: @julianfrcosta) - 10 de Junho de 2013 - 06h47
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Um dos cotados para disputar a presidência do Partido dos Trabalhadores, o deputado estadual Marcelino Galo, discordou sobre o lançamento da candidatura de Everaldo Anunciação à presidência do partido. Em novembro próximo acontece o Processo de Eleições Diretas (PED). De acordo com o parlamentar, e ex-presidente da legenda na Bahia, o martelo ainda não foi batido.

"Eles se anteciparam e lançaram um candidato, mas o nome não foi decidido pela maioria. O que nós defendemos é que seja uma candidatura de consenso, com uma decisão saindo de todas as tendências e não de apenas três".

Galo, que faz parte da tendência interna Movimento PT (MPT) ainda explica que o grupo não forma a maioria do partido, como foi citado pelo membro da Esquerda Popular Socialista (EPS), Ivan Alex. "Eles não são a maioria. O PT mais forte é formado pela Esquerda Democrática Popular (EDP), 2 de Julho, MPT, Brasil Socialista e parte da Construindo um Novo Brasil (CNB). E nós ainda estamos dialogando com a Democracia Socialista (DS) para um nome único".

Para este grupo, é possível que o suplente de deputado federal, Emiliano José, seja o sucessor de Jonas Paulo.

A discussão sobre o candidato que irá disputar as eleições para governador também foi tema do encontro das tendências neste sábado (8), no Fiesta Bahia Hotel. Os militantes empolgados cravaram Rui Costa para sucessor de Jaques Wagner. Ainda para Galo, a discussão está sendo feita. "Nós temos três candidatos e esperamos definir o melhor nome, com competência suficiente para acompanhar as ações de Wagner. Mais uma vez, o martelo não foi batido".

Mas o que todos já podem saber é que o candidato será um petista. Mesmo com 12 partidos formando a base aliada (PT, PC do B, PDT, PSD, PSB, PP, PR, PTB, PSC, PSL, PRB, PHS), o PT lançará o nome. De acordo com o deputado é uma questão de justiça. "Somos o maior partido, o mais votado nas últimas eleições, temos a maior bancada estadual e federal. Então isso nos credencia a escolher este nome".

Galo explica que três nomes estão na disputa: José Sérgio Gabrielli (o seu preferido), Walter Pinheiro e Rui Costa. O parlamentar exclui da lista Luiz Caetano, que vem se colocando como o quarto candidato.

No estado, o PT obteve 1,8 milhão de votos na majoritária. Possui 14 deputados na Assembleia Legislativa da Bahia, e 10 na Câmara dos Deputados. 


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