LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Marcelino Galo destaca entrevista de Wagner e diz que o PT deve seguir o projeto nacional

Assuntos como reforma política, agrária, tributária, impostos sobre grande fortunas foram alguns dos temas tratados pelo governador Jaques Wagner em entrevista para um jornal baiano. Esses temas foram debatidos pelo deputado estadual Marcelino Galo (PT) por meio de campanha durante as manifestações que tomaram conta do país na Copa das Confederações e após o evento. Nesta segunda-feira (22), o parlamentar comentou a entrevista e os assuntos tratados pelo governador como uma continuação do projeto nacional do PT.

 

Segundo Galo, as declarações do governador devem ser avaliadas, principalmente no que se trata do aumento de imposto de renda e tributário das grandes fortunas do Brasil e da diminuição da cobrança sobre o consumo. "De fato isso é injusto atualmente, mas não só o aumento dos impostos sobre grandes fortunas, também devemos nos atentar para a desoneração da classe trabalhadora, as reformas que devem voltar e continuar nas pautas dos debates da sociedade e do governo federal, além do plebiscito, e democratização da comunicação que devem tomar os debates da militância", destaca o deputado petista.

 

"Como foi dito, Jaques Wagner tem razão, o imposto no produto tem a mesma incidência se você recebe R$ 1 mil ou R$ 1 milhão e isso 'é uma maluquice'. O governador reconhece que o custo Brasil é um problema, mas diz que as empresas do país não estão falindo. Pelo contrário, existe multinacional que paga o prejuízo que tem lá fora com o que ganha aqui".

 

Para Wagner, fica todo mundo repetindo 'impostômetro', mas deviam colocar também o 'lucrômetro'. "[Os protestos] nas ruas pedem mais saúde, segurança e educação. De onde vem o dinheiro para isso? É do imposto. Eu não tenho outra fonte para asfaltar rua. Com o fim da CPMF [Cobrança Provisória sobre Movimentações Financeiras], o Brasil perdeu R$ 250 bilhões. Eram R$ 50 bilhões por ano para a saúde", completa Wagner em entrevista.

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com

71 3115 5596

 

 



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