LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Universidade Federal do Recôncavo criará Comissão da Verdade

A Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), após entendimento com a Comissão da Verdade da Assembleia Legislativa (Alba), anunciou que vai criar uma comissão com os mesmos propósitos para auxiliar no avanço da interiorização da preservação da memória nacional. Durante discurso de paraninfo, dirigido aos formandos de sete turmas diferentes da UFRB, em Cruz das Almas, no último sábado (13), o presidente da Comissão da Verdade da Alba, deputado Marcelino Galo (PT), defendeu a criação da bancada na universidade. "Embora criada após a Ditadura Militar, a UFRB nasceu incorporando a Escola de Agronomia da UFBA, palco de inúmeros episódios de resistência à ditadura militar e de intensa violência do Estado, que atingiu os membros de sua comunidade".

 

Segundo Marcelino Galo, nesta época, com a incorporação, a UFRB passou a ser responsável pela preservação da memória do período que se refere a seus servidores e estudantes. O parlamentar petista sugeriu que a universidade ajude a sistematizar os depoimentos e documentos para restabelecer a justiça e preservar a memória do país.

 

O reitor da instituição de ensino superior, Paulo Gabriel Nacif, confirmou a instalação da Comissão da Verdade da UFRB. "Essa comissão é um assunto em que temos uma convergência muito grande de vontades e também muitos atores dispostos a contribuir, a participar, a construir e gestar. Há um apelo tanto do Estado quanto da sociedade civil para que o Brasil possa se reencontrar com ele mesmo e preservar a nossa memória, e as lições que tiramos dela. A UFRB tem esse compromisso de ajudar neste processo nacional, que também é o encontro com a gente mesmo, com a história da UFRB".  

 

A verdade nos territórios

Para o deputado e presidente da Comissão da Verdade da Assembleia Legislativa, as universidades públicas são parceiras fundamentais para a verdade, a memória e a justiça. "Poucos ambientes sofreram tanta vigilância, tanta repressão, como as universidades. Isso pode ser só o começo, podemos ter Comissões da Verdade Territoriais. As universidades são estratégicas neste processo. É preciso não repetir os erros do passado", afirma Marcelino Galo.

 

Segundo Marcelino Galo "a UFRB pode, se assim entender e respeitando a sua autonomia, ajudar a criar uma Comissão da Verdade do Recôncavo da Bahia, envolvendo as representações territoriais, pesquisadores, sindicatos, câmaras de vereadores e outras instituições públicas e da sociedade civil. Não depende somente da universidade. É preciso que entendamos os territórios também na dimensão da memória. Por enquanto a UFRB já presta grande contribuição ao criar a sua própria Comissão da Verdade. Mas esse pode ser um caminho para ampliarmos o número de informações e de parceiros neste processo coletivo". 

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com.br

71 3115 5596

 



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