LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sábado, 10 de agosto de 2013

Eleição interna do PT tem novo candidato e disputa promete ser acirrada

Eleição interna do PT tem novo candidato e disputa promete ser acirrada


Quando a corrente interna do PT ‘Democracia Socialista’ (DS) decidiu apoiar, no último final de semana, a candidatura de Everaldo Anunciação para sucessão de Jonas Paulo na presidência estadual do partido na Bahia, muitos deram como certa a unanimidade.

O problema é que a postulação não conseguiu congregar parte significativa dos estimados mais de 90 mil petistas filiados no estado. Neste bojo, um grupo formado por correntes como a Movimento PT, Brasil Socialista e setores da Construindo um Novo Brasil (CNB) insurgiram e decidiram pelo lançamento de outro candidato: o jornalista e radialista Ernesto Marques.

O campo político interno “PT Mais Forte” trará para o Processo de Eleição Direita (PED), marcado para novembro, a discussão sobre os caminhos traçados até aqui e os desafios para o partido se manter como protagonista nas relações com os movimentos sociais e continuar o processo de formação de militantes.

São considerados desafios para o PT no estado: organizar o partido territorialmente, diminuir a burocracia, oxigenar a relação com a militância e intensificar o trabalho de formação política.

O agrupamento se posiciona mais à esquerda e congrega diversas tendências tidas como “radicais”. Na verdade, conforme revelou uma fonte a este site, a situação interna do partido é complexa. “Não perder a relação com aquilo que construiu o PT sendo governo é um desafio constante e difícil que não pode ser negligenciado a partir da perspectiva de continuar no poder. Lógico que desejamos permanecer nos espaços conquistados, mas não podemos perder a contato com aquilo que nos diferencia”.

No último PED, em 2009, o atual presidente Jonas Paulo foi reeleito com mais 70% dos cerca de 30 mil eleitores petistas. A quantidade de participantes no processo interno é sinal de como o PT tem uma “vida política” intensa. A maior parte dos municípios do estado não tem esta quantidade de eleitores. Neste sentido, a leitura é de que o processo carrega todos os vícios positivos e negativos de uma eleição.

Para este ano, a disputa promete movimentar as bases e o “chapão” vai enfrentar dificuldades, ao menos é o que apostam aqueles que se dispuseram a registrar a candidatura de Ernesto Marques, ex-assessor do governador Jaques Wagner, na próxima segunda-feira (12)
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Fonte: Bocão News

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