LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Suspeito de depredação no Itamaraty é integrante da Rede Sustentabilidade (da Marina Silva)

Na realidade, não é integrante.. é membro da executiva nacional!!!
Também não é suspeito... tem fotos comprovando...
Suspeito de depredação no Itamaraty é integrante da Rede SustentabilidadeHomem acusado de participação no vandalismo ao Palácio Itamaraty pede desculpas por erros cometidos a companheiros de organização política

Publicação: 01/08/2013 06:03 Atualização: 31/07/2013 22:53

Fotos tiradas em 20 de junho mostram os responsáveis pela depredação do Palácio Itamaraty: imagens foram usadas na identificação dos suspeitos (Breno Fortes/CB/D.A Press - 20/6/13)
Fotos tiradas em 20 de junho mostram os responsáveis pela depredação do Palácio Itamaraty: imagens foram usadas na identificação dos suspeitos


Depois de ser identificado pela Polícia Federal como um dos sete rapazes suspeitos de terem depredado o Palácio Itamaraty na manifestação de 20 de junho, o membro da Comissão Executiva Nacional Provisória da Rede Sustentabilidade Pedro Piccolo Contesini, 27 anos, manifestou-se nas redes sociais. Em postagem publicada ontem, ele alega ter participado do protesto com uma camiseta da Rede porque tinha acabado de sair de uma ação de coleta de assinaturas pela criação do partido. O suspeito teria reforçado o número de manifestantes por vontade própria, e não por iniciativa da Comissão Executiva. A participação de um membro da organização foi antecipada pela coluna Eixo Capital na edição de ontem do Correio.

No texto, Piccolo alegou não ter cometido crime algum. "Vi uma barra de ferro no chão e a agarrei, inicialmente com a intenção de me defender, caso as coisas piorassem por ali. Depois, com as emoções à flor da pele, a pressionei algumas vezes contra diferentes pontos de uma estrutura também de ferro do próprio prédio e em seguida a joguei. Não quebrei nada!", relatou. Apesar disso, ele pediu desculpas "a todos os companheiros e companheiras da Rede". Flagrado por fotógrafos e cinegrafistas, o rapaz foi identificado pela Polícia Civil, que o encaminhou para a Polícia Federal, responsável pela investigação.

Piccolo também relatou ter sido abordado no último dia 24 por policiais civis e encaminhado à 5ª DP. Lá, ele respondeu perguntas sobre o ocorrido e admitiu o que havia ocorrido durante a manifestação. "(O delegado) mostrou-me fotos das ações no Itamaraty e admiti que estava lá e que escondia o rosto", contou. O acusado também alegou não ter recebido qualquer estímulo da Rede para participar do movimento. "Agi por vontade própria, não tendo sido levado ou orientado a nada, por nenhuma pessoa ou organização", garantiu.

Em nota, a assessoria de comunicação da Comissão Executiva Nacional Provisória da Rede Sustentabilidade informou que a organização tinha conhecimento do caso desde o início da semana, por meio do acusado. "A Rede Sustentabilidade esclarece que recebeu nesta semana a informação da possível abertura do inquérito pela Polícia Civil do DF por carta escrita pelo próprio Piccolo", informaram.

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