LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

ELEIÇÕES 2014: “Time nacional” entra na lista de apoiadores de Gabrielli



Após duas semanas de ter anunciado publicamente sua pré-candidatura ao Governo do Estado, o secretário estadual de Planejamento e ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli tem ampliado sua estratégia para tentar vencer a disputa interna no PT e ser o candidato ao governo nas eleições do ano no quem. E, neste esforço, a internet é uma ferramenta forte e que está sendo utilizada cada vez mais. No dia do lançamento da candidatura, a equipe de Gabrielli exibiu uma série de vídeos com notáveis da política e sociedade baiana verbalizando os porquês do secretário ser supostamente o melhor nome para a disputa em 2014. Agora, para se juntar a nomes como Waldir Pires, Albino Rubim, Jorge Portugal e Emiliano José, um time de apoiadores nacional também entrou em campo. Novos vídeos foram acrescentados aos canais de rede social o ex-gestor da petroleira entre segunda (28) e terça-feira (29) e, nesta leva, os ex-ministros Juca Ferreira (Cultura), Paulo Vannuchi (Direitos Humanos) e Orlando Silva (Esporte) também prestaram apoio a Gabrielli. Além deles, o secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, Rogério Sottilli, e o economista fundador do Movimento Sem Terra, João Pedro Stédile, também fazem parte do “time nacional”.
A decisão de “forçar a barra” junto ao PT fortaleceu Gabrielli, que conseguiu adiar as decisões sobre o nome definitivo da base após o diretório nacional entrar no debate. Abertamente a favor de Gabrielli, tensiona com Jaques Wagner, que deseja indicar seu amigo e secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, para a disputa eleitoral. De acordo com o presidente estadual do partido, Jonas Paulo, o fim do mês de novembro é o limite para o aguardado anúncio (Bocão News).

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