LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Em encontro com Dilma, deputado Marcelino Galo sugere ampliação e controle dos investimentos do Minha Casa Minha Vida para evitar fraudes







Em conversa com a presidenta Dilma Rousseff, na última terça-feira (14), na entrega de 1.740 unidades habitacionais em Vitória da Conquista, o deputado estadual Marcelino Galo (PT) sugeriu a ampliação dos recursos para a construção de moradias populares através das entidades dos movimentos sociais, bem como a simplificação dos processos de cadastramento e habilitação dessas entidades.  Ele também sugeriu o disciplinamento da distribuição das unidades habitacionais para evitar fraudes.
"Com a desburocratização e ampliação dos recursos e convênios com os movimentos sociais, mais famílias na Bahia terão acesso à casa própria. Apenas em Salvador, atualmente, existem 280 mil pessoas inscritas no Programa Minha Casa Minha Vida", lembra o deputado petista, que reivindicou mais moradia para a classe trabalhadora.
Marcelino Galo defendeu ainda sorteios públicos, quando os governos municipais ou estaduais forem responsáveis pela distribuição dos imóveis, ou assembleias públicas com a participação do poder público, quando os movimentos sociais cadastrados no programa tiverem a responsabilidade da distribuição das unidades, reduzindo, assim, em até 90% a possibilidade de fraude no programa.
"Essas reivindicações amplia, uma vez atendidas, a oferta de unidades habitacionais para o Minha Casa Minha Vida. E atende as necessidades dos movimentos sociais por moradia", avalia José de Souza Leite, da coordenação do Movimento de Luta por Moradia Digna, que apoia a iniciativa do petista.
De acordo com a coordenadora do Movimento Nacional de Luta pela Moradia, Maria José da Silva, o déficit de moradias na Bahia é de 519 mil unidades. A capital baiana concentra boa parte deste saldo, com um déficit superior a 128 mil imóveis. Os dados deixam a Bahia e Salvador, respectivamente, em segundo e quarto lugar no Brasil no ranking do déficit habitacional.

No Estado, as habitações contratadas pelo Minha Casa, Minha Vida totalizam 104.731 residências com investimentos de R$ 4,93 bilhões. O governo já entregou 21.749 mil unidades, na faixa de renda até R$ 1,6 mil.

*Foto Divulgação/Roberto Stuckert Filho

Daniel Ferreira

Assessor de Imprensa (DRT 2790)  

Deputado Estadual Marcelino Galo (PT). 

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