LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 4 de abril de 2014

“Nunca governou e fala muito”, diz Marcelino Galo sobre Geddel












Deputado estadual foi entrevistado na CBN Salvador


Aline Barnabé - CBN
O deputado estadual Marcelino Galo (PT) foi o entrevistado desta quinta-feira (3), no CBN Salvador 1ª Edição, com Emmerson José e Paulo César Gomes, e falou sobre a corrida eleitoral e de como se desenvolveu a Comissão da Verdade da Assembleia Legislativa da Bahia, presidida pelo petista.
Galo afirmou não temer os candidatos de oposição para o Governo do Estado e fez uma comparação entre os nomes já anunciados.  “Temos que comparar os oito anos de Jaques Wagner e com os anos de Paulo Souto. E o Geddel, a Bahia sabe, nunca governou, não tem experiência administrativa e fala muito. Pra gente não fará diferença, pois estamos firme”, explicou e completou dizendo que a candidatura de Lídice da Mata (PSB) também não é temida pela senadora ter feito parte do projeto do PT na Bahia e no Brasil. “Lídice foi da nossa plataforma, é muito importante para a Bahia, mas sai do governo no apagar das luzes. Qual critica Lídice vai fazer ao governo, ao projeto que ela ajudou a construir?”, frisou o petista.
 Sobre a estratégia da oposição, de ainda não definir o candidato, o deputado disse acreditar que haverá uma separação e o projeto do PT é mais democrático e consistente. “O projeto estabelecido com o governador e o candidato [Rui Costa] definiu estratégia de discutir o plano de governo de forma participativa e isso vem sendo feito, falta pouco para [atingir] os 27 territórios. A dificuldade [da oposição] vem da falta de projetos. Não se discute só pessoas, o mais importante é o projeto”, explicou.
 Para Marcelino Galo, o maior legado que Jaques Wagner deixa para a Bahia é sua postura democrática e as obras nas estradas baianas. “Sem preconceito e de forma tranquila ele alterou a cultura política. Ele recebe qualquer um, recebe bem e prefeitos de oposição elogiam ele. A infraestrutura, as estradas são um marco. São 7500 km de restruturação e construção de estradas”, disse.
 Comissão da Verdade
O deputado Marcelino Galo, presidente da Comissão da Verdade na Assembleia Legislativa da Bahia, também falou da importância da sessão especial que devolveu os mandatos de deputados baianos, que tiveram seus direitos políticos cassados. “Foi uma das sessões mais memoráveis e históricas. Estava observando as pessoas, tinha familiares, pessoas que participaram do momento e se emocionaram. Nove familiares dos que já faleceram e quatro deputados vivos, com 80, 90 anos, foi fantástico no sentido de reconstituir o período histórico”, afirmou.
Ainda de acordo com Galo, a comissão da verdade continua atuando para fechar um relatório que será transformado em um livro com diversas informações sobre o período. O livro será disponibilizado para as escolas públicas estaduais e ficará à disposição na Assembleia Legislativa da Bahia.
Fonte: recebido por e-mail 

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