LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 9 de maio de 2014

​Ensino técnico: são 422 novas escolas + R$ 14bi do Pronatec

Parece redundância, mas o Brasil tem uma nova realidade em várias frentes. Uma delas passa pela educação. Só para ter uma ideia, em doze anos de governos Lula e Dilma o país chega à marca de 422 escolas técnicas federais. O número é 3 vezes maior do que o que foi construído no Brasil em praticamente um século: entre 1909 e 2002 foram construídas 140 escolas.

Isso significa que além do agregar e incluir, verbos tão atrelados à recente história do país, há uma continuidade de política de governo. Entre 2003 e 2010, o presidente Lula entregou 214 escolas técnicas federais, enquanto a presidenta Dilma inaugurou 116 entre 2011 e 2013 e estão previstas mais 92 até o fim do ano.

Nesse ponto, alguém poderia perguntar: continuidade de política de governo, qual a novidade? Simples: em 1994, primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, foi assinada a Lei 8.948 que instituía o Sistema Nacional de Educação Tecnológica. Ela previa a transformação gradativa das escolas técnicas e agrotécnicas existentes em Centros Federais de Educação Tecnológica. Quatro anos mais tarde, já no segundo mandato, a Lei 9.649/1998(link is external), que tratava sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios dizia:

  Art. 47. O art. 3o da Lei no 8.948, de 8 de dezembro de 1994, passa a vigorar acrescido dos seguintes parágrafos:    "§ 5o A expansão da oferta de educação profissional, mediante a criação de novas unidades de ensino por parte da União, somente poderá ocorrer em parceria com Estados, Municípios, Distrito Federal, setor produtivo ou organizações não-governamentais, que serão responsáveis pela manutenção e gestão dos novos estabelecimentos de ensino.

Ou seja, na prática, a lei proibia (ou, pelo menos, dificultava enormemente) a criação de novas escolas pelo governo federal! E foi o presidente Lula que mudou isso ainda em seu primeiro ano de mandato.

E mais! Além de manter os investimentos em novas unidades para o ensino profissionalizante, a presidenta Dilma lançou em 2011, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, o PRONATEC, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. São R$ 14 bilhões investidos e 6,8 milhões de matrículas.

A região Sudeste lidera o número de matrículas. Somados, os três estados chegam a 2,4 milhões de pessoas que viram no ensino profissionalizante a chance de chegar ao mercado de trabalho mais capacitadas.

Outras 1,9 milhão se inscreveram no Pronatec na região Nordeste.

 

Na região Sul, são mais de 1 milhão de alunos que participam do programa.

Na região central do país, 773,6 milhões de pessoas se inscreveram nos estados de Mato-Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

Em qualquer canto do país, os números são expressivos. São 724,4 milhões de estudantes da região Norte do país.

Além dos 6,8 milhões de inscritos até o mês de abril desse ano, há uma previsão de  476.287 matrículas até junho, de acordo com o Ministério da Educação. Tem mais dúvidas sobre o Pronatec? Confere nossa lista de perguntas e respostas!

​Fonte: Recebido por e-mail​


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