LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Marcelino Galo defende proibição de agrotóxico na Bahia


Marcelino Galo defende proibição de agrotóxico na Bahia

Presidente da Frente Parlamentar Ambientalista da Bahia, o deputado estadual Marcelino Galo (PT) defendeu a proibição definitiva do agrotóxico Benzoato de Emamectina, produto importado ilegalmente e em larga escala para fazer o controle da lagarta Helicoverpa Armigera, no Oeste da Bahia.

"A Anvisa condena o uso deste agrotóxico bem como a Secretaria de Saúde e o Inema. Trata-se de um produto neurotóxico perigosíssimo, por isso o Ministério Público ingressou com uma Ação Civil Pública para proibi-lo. O que a sociedade e os ambientalistas esperam do Pleno do Tribunal de Justiça é que resguarde  a vida e a saúde dos baianos e das baianas, bem como da vida silvestre, mantendo a proibição", afirmou Marcelino Galo, que é engenheiro agrônomo e vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente, Seca e Recursos Hidrícos da Assembleia Legislativa.

 

O Benzoato de Emamectina não possui registro e nunca foi usado no Brasil. Em 2007 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indeferiu o pedido de registro feito pela Syngenta, uma gigante da indústria química com forte atuação na agricultura. No estudo apresentado, a Anvisa afirma que "a substância demonstra um perfil toxicológico bastante desfavorável, tanto do ponto de vista agudo como crônico. Particularmente, os efeitos neurotóxicos são tão marcantes e severos que as respostas de curto e longo prazos se confundem. Incertezas no que diz respeito aos possíveis efeitos teratogênicos e as certezas dos efeitos deletérios demonstrados nos estudos com animais corroboram de forma decisiva para que não se exponha a população a este produto, seja nas lavouras ou pelo consumo dos alimentos".

 

Para Marcelino Galo, cabe a judiciário fazer valer o predomínio do interesse público sobre o interesse privado, com a proibição definitiva do agrotóxico. "A solução não passa por criar um problema ainda maior para a sociedade. Isso seria uma temeridade e não resolve o problema. Há o risco das lagartas adquirirem resistência ao produto, o que só agrava a situação. Precisamos investir em controle biológico, não no que mata e polui", concluiu o petista. 

 

Foto arquivo / divulgação
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Assessoria de Comunicação Deputado Marcelino Galo (PT). 



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