LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Elite brasileira teme reeleição de Dilma e volta de Lula em 2018, analisa Marcelino Galo

Elite brasileira teme reeleição de Dilma e volta de Lula em 2018, analisa Marcelino Galo

Por trás do discurso raivoso destilado pelas elites contra o PT está o temor da reeleição da presidenta Dilma Rousseff e a volta do ex-presidente Lula, em 2018, à presidência da República para aprofundar as reformas estruturantes necessárias ao desenvolvimento do Brasil. A avaliação é do deputado estadual Marcelino Galo, que participou na noite de quarta-feira (3), na Praça da Revolução, em Periperi, do ato de apoio as candidaturas de Rui Costa ao governo da Bahia e de Otto Alencar ao Senado Federal.


De acordo com Galo, depois da inclusão sócio-econômica, com a retirada de mais de 36 milhões de pessoas da miséria, o que mais atemoriza a oposição e a elite do país é a inclusão política que o governo petista irá fazer através da Reforma Política, dando a juventude e aos trabalhadores a oportunidade de participar diretamente das decisões fundamentais para o futuro do Brasil.


"A elite teme que o PT coloque na pauta política do Brasil, nesse segundo mandato da presidente Dilma, as Reformas de Base, propostas por Jango na década de 60, mas que, através do golpe e da ditadura militar, foram interrompidas, impendido um novo marco civilizatório no Brasil, com o desenvolvimento sustentável e inclusivo", avaliou Galo.  "Com a Reforma Política, vamos avançar para democracia participativa, apesar deles não quererem o povo no poder. São contrários ao diálogo e a participação popular, mas vão ter que aceitar Dilma, Lula, o PT e o povo nos espaços de decisão e poder", alfinetou Marcelino, que mobilizou assessoria, militância e apoiadores para fortalecer a campanha do Plebiscito Popular por uma Assembleia Nacional Constituinte em prol da reforma política.

 

Fotos divulgação / Gustavo Pereira

 

 

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