LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Agrônomos Baianos apóiam #Dilma13

AGRÔNOM@S COM DILMA!

Nós, agrônomos e agrônomas que atuamos e lutamos pelo desenvolvimento rural, entendemos que o campo brasileiro passou por profundas mudanças nos últimos 12 anos, as quais melhoraram sensivelmente a vida da população rural e contribuíram para propiciar melhorias também para a população urbana.
Nesse período, foram criadas e aprimoradas inúmeras políticas públicas que disponibilizaram oportunidades a todos que vivem e trabalham no campo.Exemplos disso são a ampliação do crédito agrícola, o fortalecimento das instituições de pesquisa, a reestruturação da assistência técnica e extensão rural e a criação da Agência Nacional de ATER (ANATER). Também foram fundamentais os programas que promovem o acesso de agricultores familiares ao mercado institucional, como o Programa da Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
A produção sustentável foi incorporada à agenda do governo,através de instrumentos como o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PLANAPO), o Cadastro Ambiental Rural (CAR), o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), oPlano Nacional para a Promoção dos Produtos da Sociobiodiversidade, a Política de Garantia de Preços Mínimos para Produtos da Sociobiodiversidade (PGPMBio),dentre outros.
Contudo, mais do que promover o aumento da produção de alimentos, os Governos Lula e Dilma garantiram que agricultores e agricultoras pudessem viver com dignidade, por meio do Programa Luz para Todos, Programa Água para Todos, Minha Casa Minha Vida Rural, Plano Brasil Sem Miséria – Rural, Programa de Documentação da Mulher Trabalhadora Rural, Pescando Letras, Programa Nacional de Educação Na Reforma Agrária (PRONERA), Caminhos do Campo, PRONATEC Campo e inúmeras outras ações.
Com essas medidas, além de aumentar a produtividade e reduzir o desmatamento, foi possível retirar o Brasil do Mapa da Fome.
Grande parte dessas políticas contou com a participação decisiva de agrônomos e agrônomas na sua elaboração e execução, ampliando a relação e o compromisso de nossa categoria profissional com o desenvolvimento sustentável do campo brasileiro.
Por tudo isso, e por estarmos convictos de que é necessário que os avanços continuem, neste 12 de Outubro, quando comemoramos o Dia do Agrônomo, manifestamos nosso apoio à reeleição da Presidenta Dilma Rousseff!
12 de outubro de 2014.

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