LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Dados sobre a saúde no Brasil

03 de outubro de 2014
Saúde: estudo mostra quedas em mortalidade e doenças infectocontagiosas no país

Estudo elaborado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão aponta diversas melhorias nos indicadores de saúde no Brasil da primeira década do século 21. A comparação entre os anos de 2001 e 2012 mostra que:

- A esperança de vida ao nascer passou de 70,3 para 74,5 anos, o que reflete a melhora nas condições de vida e de acesso a serviços de saúde que ocorreu em todas as regiões.

- A taxa de mortalidade por Acidente Vascular Cerebral (AVC), principal causa de morte no Brasil, caiu 32% na faixa etária até 70 anos, com queda da taxa ajustada por 100 mil de 27,2 para 18,4. O declínio da mortalidade de doenças crônicas não transmissíveis como o AVC está associado, segundo o estudo, a melhorias na assistência, maior acesso a medicamentos e redução de fatores de risco, tais como tabagismo e sedentarismo.

- O declínio na taxa de mortalidade infantil permitiu ao Brasil sair da faixa considerada média (20 a 49 óbitos por mil) em 2001 para a baixa (menos de 20), desde 2006. A queda foi generalizada em todas as regiões, mostrando-se mais intensa no Nordeste (7,4% ao ano em média). Em 2011, o Brasil já tinha atingido a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de redução da taxa de mortalidade na infância (menores de 5 anos) em 2/3 entre 1990 e 2015 e continua com a tendência de decréscimo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o Brasil está entre os 20 países que reduziram, em mais de 70%, este indicador nas últimas duas décadas.

- Houve queda de 23% da razão de Mortalidade Materna, que passou de 80,2 para 62 óbitos maternos por 100 mil nascidos vivos.

- Houve também redução na incidência de diversas doenças infectocontagiosas evitáveis por vacinas, tais como tétano, difteria, meningite e rubéola, além da manutenção de algumas praticamente sem registro de ocorrência no Brasil.

A análise de tais indicadores proporciona uma visão ampla das melhorias na saúde nos últimos anos, que somente foi possível pela busca do desenvolvimento com inclusão social e do fortalecimento de uma agenda estratégica das políticas públicas, com a conjugação de uma série de decisões no campo da política social, da política econômica e de investimentos em infraestrutura. Para o contínuo avanço desses índices, é preciso que a melhoria dos índices de saúde no Brasil continue sendo importante objetivo de política pública.


Para ler mais:

Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro, 2001 – 2012
leia mais

Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – Relatório Nacional de Acompanhamento, Maio/2014
leia mais

Fonte: FPA Fundação Perseu Abramo

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