LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

OAB REPUDIA DISCRIMINAÇÃO A NORDESTINOS E ESTIMULA DENÚNCIA


OAB REPUDIA DISCRIMINAÇÃO A NORDESTINOS E ESTIMULA DENÚNCIA





"O Brasil é uma nação plural, tolerante e respeitosa. Essas manifestações preconceituosas contra nordestinos advêm de uma minoria e merece ser repudiada pela sociedade brasileira", disse o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho


27 DE OUTUBRO DE 2014 ÀS 17:08


247 - A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) repudiou nesta segunda-feira 27 as manifestações de discriminação contra nordestinos após a reeleição da presidente Dilma Rousseff.


"O Brasil é uma nação plural, tolerante e respeitosa. Essas manifestações preconceituosas contra nordestinos advêm de uma minoria e merece ser repudiada pela sociedade brasileira", disse o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho.


As redes sociais foram tomadas de comentários preconceituosos e racistas depois da vitória de Dilma (leia mais). Eleitores do PSDB publicaram ofensas contra quem seriam, segundo eles, responsáveis por um novo governo do PT. "A OAB, como voz constitucional do cidadão, repudia de forma veemente essas manifestações, contrárias ao conceito exposto na Carta Maior da construção de uma sociedade justa, solidária e fraterna", diz nota da Ordem.


"O cidadão que se sentir ofendido ou que testemunhe atos de preconceito pode entrar com uma representação no Ministério Público Federal. O procedimento pode ser feito pela internet, neste link", estimula a entidade.

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