LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Suécia reconhece oficialmente o Estado da Palestina

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,psol-apresenta-projeto-que-recria-conselhos-populares-de-dilma,158504530 de outubro de 2014 - 11h00 

Suécia reconhece oficialmente o Estado da Palestina

O governo da Suécia reconheceu, nesta quinta-feira (30), por decreto o Estado da Palestina. O anúncio foi feito pela chefe da diplomacia sueca, Margot Wallström. Esta é a primeira vez que um país da Europa Ocidental toma esta decisão.


REDH
Manifestações em todo o mundo têm exigido o fim do massacre do povo palestino por Israel e a libertação da PalestinaManifestações em todo o mundo têm exigido o fim do massacre do povo palestino por Israel e a libertação da Palestina
O primeiro-ministro da Suécia, Stefan Loefven, anunciou, em sua primeira intervenção no Parlamento, no início de outubro, que o país seria o primeiro da União Europeia no lado ocidental a reconhecer o Estado palestino.

Israel, por sua vez, condenou o reconhecimento e acrescentou que a medida fortalecerá os extremistas muçulmanos. “É uma decisão lamentável, que reforçará os elementos extremistas e a política de recusa dos palestinos”, disse, num comunicado, o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Avigdor Lieberman. A iniciativa sueca provocou grandes danos e não tem utilidade, acrescentou.

Enquanto os palestinos saudaram a iniciativa sueca, Israel convocou seu embaixador no país europeu para expressar sua desilusão e protestar. Israel insiste que os palestinos só podem ter status de Estado por meio de negociações diretas e não de outros canais diplomáticos.

Sete países-membros da União Europeia no Leste da Europa e no Mediterrâneo já reconheceram o Estado palestino – Bulgária, Chipre, República Checa, Hungria, Malta, Polônia e Romênia. A Islândia, que não pertence à União Europeia, foi o único país da Europa Ocidental que fez o reconhecimento.

Os palestinos, em especial os que vivem na Faixa de Gaza, ainda tentam reconstruir a região após os ataques engendrados por Israel nos meses de junho e julho deste ano. Na ocasião, mais de duas mil pessoas morreram, incluindo muitas mulheres e crianças. Escolas, hospitais e casas foram destruídos. Além disso, a região sofre também com o bloqueio israelense de vários anos, que impede o pleno desenvolvimento das atividades cotidianas dos palestinos.

com informações da Agência Brasil

Fonte: Vermelho

Nenhum comentário: