LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sábado, 20 de dezembro de 2014

Embargo custou a Cuba mais de $ 116 bilhões, afirma Marcelino Galo

Embargo custou a Cuba mais de $ 116 bilhões, afirma Marcelino Galo

   

O embargo imposto pelos Estados Unidos a Cuba, desde 1962, custou a Ilha Caribenha a perda de mais de $ 116 bilhões, analisa o deputado estadual Marcelino Galo (PT), que apresentou moção de aplausos a iniciativa dos presidentes Raul Castro, Barack Obama e a atuação do Papa Francisco pelo fim do impasse e o restabelecimento das relações bi-laterais entre os dois países. De acordo com Galo, todas as medidas adotas pelos EUA tinham como objetivo asfixiar economicamente a recém-nascida revolução cubana. Em função do bloqueio, Cuba não pode, entre outras restrições, exportar nenhum produto para o mercado norte-americano, nem receber turistas vindos dos EUA. Para Marcelino Galo, a Ilha foi vítima ao longo dos últimos 53 anos de uma "guerra econômica", numa clara violação as regras do direito internacional. "Não existe norma no direito internacional que justifique o bloqueio em tempo de paz. Por isso, Cuba é alvo da guerra econômica instituída pelos Estados Unidos desde 1962. O bloqueio só seria admissível entre países beligerantes", explicou o petista.
 
Para ele, além de educativa, a decisão confirma que a prepotência nem sempre é o melhor caminho para resolução de impasses. Marcelino Galo avaliou também que o Brasil será um dos grandes beneficiados com o fim do bloqueio. "A nova era entre os dois países de regimes antagônicos, o que defende a acumulação do capital e o que quer a socialização da riqueza, é um marco não só histórico mas também educativo para a convivência e o respeito às diferenças. Da perspectiva brasileira, o fim do bloqueio norte americano a Cuba trará muitos benefícios ao nosso país, cuja relação histórica de parceria com a Ilha, intensificada e consolidada nos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma, contribuirá para influir sobre a preferência nas relações bilaterais Brasil-Cuba, impulsionando a nossa balança comercial através de vendas de itens de primeira necessidade a serviços de alta e complexa tecnologia ao país caribenho", pontuou o deputado, que criticou a resistência do Congresso norte-americano em aprovar o fim do bloqueio econômico a Ilha. "O bloqueio econômico e as anomalias da política externa norte-americana foram inúteis para o seu propósito. O isolamento não funcionou, conforme diagnóstico feito pelos próprios presidentes Raul Castro e Barack Obama durante o anuncio de reaproximação".  
 
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