LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Marcelino Galo pede punição pra Jair Bolsonaro

Marcelino Galo pede punição pra Jair Bolsonaro

O presidente da Comissão Especial da Verdade da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado estadual Marcelino Galo (PT), afirmou, nesta terça-feira (9), que o ataque do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) a também deputada Maria do Rosário, na Câmara Federal, precisa ser denunciado aos organismos internacionais de defesa dos direitos humanos e dos direitos da mulher.

 
Em discurso no plenário, nesta tarde, Bolsonaro afirmou que não "estupraria" a petista porque ela "nao merecia". A afronta aconteceu logo depois de Rosário elogiar o trabalho da Comissão Nacional da Verdade, que entrega seu relatório final na quarta-feira (10), Dia Internacional dos Direitos Humanos.  A agressão, na avaliação do deputado Marcelino Galo, obriga a Câmara dos Deputados a tomar uma providência imediata através do Conselho de Ética da Casa. "Esta não é a primeira vez que o Bolsonaro passa dos limites ao afrontar e desrespeitar não só uma deputada, mulher séria, combativa e honrada, mas também a toda a sociedade, em especial as mulheres com essa agressão descabida", pontuou Galo. Para ele, o fato de Jair Bolsonaro fazer a defesa empolgada da Ditadura Militar, defender seu retorno e negar que tenha ocorrido estupros, torturas, assassinatos e sumiços de corpos durante o regime, já era o suficiente para a Câmara dos Deputados se posicionar.


"Certamente, ele está empolgado com uma minoria ínfima que pede a volta da ditadura, e quer reeditar os tempos nefastos, onde mulheres eram estupradas na frente dos filhos e dos maridos nos porões da tortura. Bolsonaro é reincidente em ataques a Maria do Rosário e a democracia, a Câmara tem que dar o exemplo e tomar uma providência imediata contra quem agride a todos com esta descompostura", afirmou Marcelino Galo, que integra o Movimento PT, corrente interna do Partido dos Trabalhadores da qual a ex-ministra Maria do Rosário é a principal liderança.

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