LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Marcelino Galo repudia com veemência repressão contra professores no Paraná



Informativo
Marcelino Galo repudia com veemência repressão contra professores no Paraná

Marcelino Galo repudia com veemência repressão contra professores no Paraná

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado estadual Marcelino Galo (PT/BA), usou sua conta no Twitter, nesta quarta-feira (29), para repudiar com veemência a ação truculenta da Polícia Militar do Paraná contra professores em Curitiba. Informações preliminares dão conta que mais de 107 educadores ficaram feridos na ação policial, outros 20 professores foram encaminhados em estado grave para o hospital depois de protestar contra um projeto do governador Beto Richa (PSDB) que muda a previdência do funcionalismo público no estado.

 "Professores são de suma importância para qualquer civilização. Não podem ser massacrados e tratados da forma covarde como ocorre no Paraná. É inadmissível esta situação [...]. Externo aqui minha indignação, minha revolta, com o que acontece com os trabalhadores da educação", afirmou Galo, que ontem debateu em Salvador a proposta de desmilitarização das polícias sob a perspectiva da PEC 51.

"Por situações como esta que ocorre no Paraná, que defendemos - e ontem realizamos uma audiência pública - a desmilitarização das polícias. A Polícia Militar não pode continuar a agir para reprimir direitos, como o de se manifestar. Estamos numa democracia. As polícias não podem ser preparadas para guerra, tendo como alvo principal o cidadão civil, trabalhadores, como os professores do Paraná", emendou Marcelino, antes de concluir a postagem de 7 mensagens na rede social. "Esse modelo de polícia faliu. Esse modelo de governar à base da bala é inadmissível, retrógrado e covarde. Repúdio com veemência esse desastre hoje no Paraná".

Assessoria de Imprensa

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