LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

domingo, 31 de maio de 2015

Deputado Marcelino Galo reúne-se com Agentes culturais



Agentes culturais reivindicam reapresentação da Lei do Fundo de Cultura à Assembleia

  


Agentes culturais da Bahia, ligados à Dança, Teatro, Literatura e produção Audiovisual, estiveram reunidos, na noite desta quinta-feira (28), na Casa Civil, com o secretário Bruno Dauster e o deputado estadual Marcelino Galo (PT) para defender a reapresentação da Lei do Fundo de Cultura à Assembleia Legislativa. 


O objetivo deles é que a matéria, que foi retirada da pauta em 2014, retorne à Casa Legislativa para entrar em votação ainda em 2015. Entre as pautas apresentadas no encontro articulado por Galo também estava o não contingenciamento do recurso destinado à cultura, a destinação de 0,5% do ICMS para o Fundo de Cultura, a garantia de que o recurso seja depositado direto numa conta vinculada ao Fundo de Cultura no estado e que o excedente do recurso que não for aplicado no final do exercício seja utilizado como superávit no exercício seguinte em políticas culturais na Bahia. "O encontro foi bastante positivo e importante por que se abriu a discussão com quem faz e produz cultura na Bahia. Uma nova audiência será marcada para aprofundarmos o debate e avançar em políticas que fortaleçam a produção cultural em todos os territórios de identidade do nosso estado", afirmou o deputado Marcelino Galo, autor de um projeto de indicação ao governo do Estado em que defende a ampliação do orçamento da cultura de 0,8% para um mínimo de 1,5% na Bahia.

 
Fotos divulgação / Daniel Ferreira
Assessoria de Imprensa


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