LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sábado, 13 de junho de 2015

Marcelino Galo rechaça redução da maioridade penal em ato no Rio Vermelho


Informativo
Marcelino Galo rechaça redução da maioridade penal em ato no Rio Vermelho

 Marcelino Galo rechaça redução da maioridade penal em ato no Rio Vermelho


O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado estadual Marcelino Galo (PT), rechaçou, durante ato no Largo da Dinha, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, a Proposta de Emenda Constitucional 171/93 que prevê a redução da idade penal de 18 para 16 anos. A atividade, que integra uma das agendas oficiais do Congresso Nacional do PT na capital baiana, mobilizou 300 pessoas, segundo estimativa dos organizadores, e contou com a participação de ativistas dos Direitos Humanos, entidades de defesa dos direitos da juventude, estudantes, representantes da Frente Estadual Contra a Redução da Maioridade Penal, movimentos sociais, políticos e partidos contrários a proposta.


"Ao invés de propor reduzir ou tirar direitos e deturpar o debate, manipulando a opinião pública, é preciso garantir a efetivação dos direitos das nossas crianças e adolescentes em sua plenitude e integralidade", afirmou Galo, que criticou a "bancada da bala" por defender também a revisão do estatuto do desarmamento. "Há uma agenda conservadora no Congresso Nacional que aponta para o retrocesso e que reflete o apagão civilizatório que estamos vivendo. A sociedade, que pagará por esses erros, precisa refletir e agir contra isso", enfatizou o parlamentar. Presente no ato, a ex-ministra dos Direitos Humanos e deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) também criticou a proposta de redução da idade penal. "Queremos soluções reais, e a redução da maioridade penal representa o abandono e marginalização da juventude. É preciso a sociedade ficar mobilizada e consciente contra esse e outros golpes capitaneados por aqueles que não querem debater com a sociedade [as questões estruturais do Brasil]", alertou. Também participaram do evento os deputados federais Jorge Solla (PT-BA), Moema Gramacho (PT-BA), Paulo Teixeira (PT-SP), a ex-prefeita de Fortaleza, Maria Luiza Fontelene (PT-CE), o Secretário de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social do Estado da Bahia, Geraldo Reis, o ouvidor Geral do Estado, Yulo Oiticica, Valdemar de Oliveira, do Centro de Defesa da Criança e Adolescente da Bahia (CEDECA), os vereadores de Salvador, Luiz Carlos Suica, Moisés Rocha e Gilmar Santiago, entre outras lideranças políticas.


ESTATÍSTICA - Segundo a Organização Mundial de Saúde, o Brasil ocupa a 4° posição entre 92 países do mundo em relação aos homicídios de crianças e adolescentes. No país, entre 1981 e 2010, mais de 176 mil jovens foram mortos sendo que 8.686 apenas em 2010.
Dados divulgados recentemente pela Secretaria Nacional de Juventude, através do "Mapa do Encarceramento: os jovens no Brasil", apontam que os detentos nos presídios brasileiros, em sua maioria, são jovens (54,8%) com idade entre 18 e 24 anos. De acordo com o Sistema Integrado de Informação Penitenciária (InfoPen), a maioria é negros, semianalfabetos e com poucas condições de reabilitação. O país ocupa a terceira posição no mundo em número de detentos, só perdendo para China e Estados Unidos.


A análise da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) foi adiada para a próxima semana na comissão especial que discute o tema depois de uma confusão generalizada na quarta-feira (10). Para passar a valer, a PEC tem de ser aprovada em dois turnos no plenário. Depois, segue para o Senado, onde também precisa seguir trâmite parecido. Uma vez aprovada, a proposta pode ser promulgada, sem necessidade de ser sancionada pela presidente Dilma Rousseff.  
 
Foto legenda: Deputado Marcelino Galo (dir.) com a ex-ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, e o secretário de Direitos Humanos da Bahia, Geraldo Reis.
Fotos divulgação / Keila Ramos
Assessoria de Imprensa


Fonte: Recebido por e-mail
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