LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 8 de setembro de 2015

A regra do jogo eleitoral é dinheiro.


A regra do jogo eleitoral é dinheiro.

POR  · 05/09/2015

bribe

O PT não inventou o jogo das campanhas milionárias.

 

É verdade que as aceitou e não pode haver campanha milionária, evidente, sem milhões.

 

Ou bilhões, porque em 2014, os gastos das campanhas para Presidente, Governador, Senador, deputados federais e estaduais já passaram e muito do bilhão: chegaram a R$ 5 bilhões, isso o declarado.

 

Ainda nos falta muito para alcançar o padrão de democracia que os nossos liberais querem para cá.

 

Nos Estados Unidos, as eleições de 2012, entre o Congresso e Casa Branca, foram custeadas com exatos US$ $6.285.557.223, ou R$ 23,25 bilhões, ao câmbio de hoje.

 

Valores neste montante vão ser doados pelos militantes, em "vaquinhas", ou reunidos em feiras, rifas ou quermesses?

 

Fala sério, como diria o falecido Bussunda.

 

Esse é o nó de toda esta história das doações de campanha terem sido ou não "propina".

 

Ora, para o PT, para o PSDB, para o PSB e para qualquer partido, ressalvada uma outra pequena quantia  dada por simpatias pessoais ou partidárias, são sempre – no mínimo – a porta para estimular (ou receber) gratidões e influências traficadas.

 

E como estas doações serão feitas, se não forem pedidas?

 

E como um administrador ou um parlamentar pedir a um empresário que tenha negócios com governos sem que isso. amanhã, não seja apresentado como achaque, mesmo que eventualmente (e olhe lá este eventualmente)  não seja?

 

Todos os "príncipes da moralidade", tucanos e demistas, sem exceção votaram pela continuidade do financiamento privado das eleições.

 

Todos eles receberam e em imensos volumes o dinheiro das empresas execradas como corruptoras na Lava Jato.

 

A deles, claro, foi "honesta", desonestas foram só as dos seus adversários.

 

A imprensa, "indignada com a corrupção", assistiu sem grandes protestos as manobras de Eduardo Cunha – tentando constitucionalizar esta podridão – e de Gilmar Mendes, sentando em cima da decisão do Supremo que as proibia.

 

A regra do jogo eleitoral é o dinheiro e é ela quem está tornando, aos olhos de parte da população, política em corrupção.

 

Esta é a verdade que a hipocrisia tenta ocultar com sua falsa  histeria.


Fonte: Recebido por e-mail

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