LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Marcelino Galo comemora fim do financiamento empresarial de campanha


Galo comemora fim do financiamento empresarial de campanha


O deputado estadual Marcelino Galo (PT) comemorou a aprovação, no final desta quinta-feira (17), do fim de doações empresariais para campanhas políticas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Por 8 votos a 3, a Corte declarou inconstitucionais as normas que permitem empresas doarem para campanhas eleitorais. Com isso, perdem validade regras da atual legislação que permitem essas contribuições empresariais em eleições.
Para Galo, as doações desequilibram a disputa eleitoral no Brasil. "O fim da doação empresarial acaba, principalmente, com a relação promiscua entre empresas que na verdade não financiam, fazem um investimento pois, no final, quem tem o maior poder econômico, faz a captura de  parlamentares, deformando o sistema democrático e estimulando a corrupção. Essa é uma grande decisão que vem aos anseios do que  a sociedade brasileira esperava para fazermos a correção efetiva do sistema eleitoral brasileiro", afirmou. 
No julgamento, votaram em favor da proibição o relator do caso, Luiz Fux, e os ministros Joaquim Barbosa, Dias Tofffoli e Luís Roberto Barroso (que votaram em dezembro de 2013); Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski (que proferiram voto em abril do ano passado); além de Rosa Weber e Cármen Lúcia, que votaram nesta quinta. A favor da manutenção das doações por empresas votaram somente Gilmar Mendes (em voto lido nesta quarta), Teori Zavascki, que já havia se manifestado em abril do ano passado, e Celso de Mello. Com a confirmação de que a contribuição de empresas é inconstitucional, está aberto o caminho para a presidente Dilma Rousseff vetar lei aprovada na Câmara dos Deputados semana passada que permite o financiamento privado das campanhas.
Foto divulgação / Keila Ramos

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Assessoria de Imprensa


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