LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

A incrível história da investigação de 9 anos sobre os dólares de Cunha que nunca andou

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A incrível história da investigação de 9 anos sobre os dólares de Cunha que nunca andou

Por Fernando Brito, no Tijolaço.
A Helena Sthephanowitz,  Rede Brasil Atual, levantou o documento original, a Petição Avulsa nº193.787/2006, em que a Polícia Federal pedia ao Supremo autorização para investigar, por ter identificado “transações cambiais com indícios de irregularidade” de diversas pessoas, entre elas Eduardo Cosentino Cunha, o Eduardo Cunha. 
Joaquim Barbosa, oito anos depois de feita a petição,  encaminhou o processo ao relator, que não é identificado no despacho, assim como não há referência ao processamento como “petição”, não mais “petição avulsa”, o que dificultou o rastreamento de seu destino.
Carlos Eduardo, no GGN, foi atrás e apurou, que o relator do caso é… Gilmar Mendes.
Gilmar recebeu o caso por sorteio depois que o Ministro Celso de Mello, dias depois de receber o processo,  “se declarou suspeito por razões de foro íntimo” .
E liquidou a fatura, devolvendo tudo para a Procuradoria Geral da República, oito anos depois do pedido para investigar Cunha!
Que espetáculo!
A Polícia Federal pediu para investigar Cunha em dezembro de 2006. Estamos em 2015 e não se sabe nada sobre o processo.
Vão se completar nove anos e nada…
Nem sequer o conhecimento, pela opinião pública, do que se tratam  as “transações cambiais com indícios de irregularidade” de Eduardo Cunha.
Fonte: O Cafezinho

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