LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

'NÃO HÁ MOTIVOS LEGAIS PARA DECISÃO DO TCU'

PLANALTO: 'NÃO HÁ MOTIVOS LEGAIS PARA DECISÃO DO TCU'

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O governo federal considerou "indevida" a rejeição pelo Tribunal de Contas da União das contas do governo da presidente Dilma Rousseff relativas a 2014; em nota, o Planalto afirmou que os órgãos técnicos e jurídicos do governo federal têm "plena convicção" de que não existem motivos legais para a decisão; o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, afirmou que o "jogo não acabou"e ressaltou que "sempre" é possível recorrer ao STF; na noite desta quarta (7), por unanimidade, o TCU rejeitou as contas do governo do ano passado
7 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 21:19
247 - O governo federal considerou "indevida" a rejeição pelo Tribunal de Contas da União das contas do governo da presidente Dilma Rousseff relativas a 2014. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que os órgãos técnicos e jurídicos do governo federal têm "plena convicção" de que não existem motivos legais para a decisão.
"Além disso, entendem ser indevida a pretensão de penalização de ações administrativas que visaram a manutenção de programas sociais fundamentais para o povo brasileiro, tais como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida", disse a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
Na avaliação do governo federal, é ainda incorreto considerar como ilícitas iniciativas administrativas realizadas "em consonância com o que era julgado à época adequado pelo TCU". "Os órgãos técnicos e jurídicos do executivo continuarão a debater, com absoluta transparência, as questões tratadas no parecer prévio do Tribunal de Contas, para demonstração da absoluta legalidade das contas apresentadas", defendeu.
O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, afirmou que o "jogo não acabou", após o TCU recomendar a rejeição das contas do governo da presidente Dilma Rousseff de 2014. Ao término do julgamento no Tribunal de Contas da União (TCU), ao ser questionado por jornalistas se o governo recorrerá da decisão no Supremo Tribunal Federal (STF), Adams respondeu que "sempre" é possível recorrer ao STF.
Abaixo a nota na íntegra:
A decisão hoje tomada pelo Tribunal de Contas da União constitui um parecer prévio sobre as contas de 2014 do governo federal. A matéria ainda deverá ser submetida a ampla discussão e a deliberação do Congresso Nacional.
Os órgãos técnicos e jurídicos do governo federal têm a plena convicção de que não existem motivos legais para a rejeição das contas. Além disso, entendem ser indevida a pretensão de penalização de ações administrativas que visaram a manutenção de programas sociais fundamentais para o povo brasileiro, tais como Bolsa Família, Minha Casa Minha vida. Também entendem não ser correto considerar como ilícitas ações administrativas realizadas em consonância com o que era julgado, à época, adequado pelo Tribunal de Contas da União.
Os órgãos técnicos e jurídicos do Executivo continuarão a debater, com absoluta transparência, as questões tratadas no parecer prévio do Tribunal de Contas, para demonstração da absoluta legalidade das contas apresentadas.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Fonte: Brasil247

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