LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 6 de setembro de 2016

É um governo usurpador e sem legitimidade popular, diz Marcelino Galo sobre Temer



É um governo usurpador e sem legitimidade popular, diz Galo sobre Temer

Para Galo, população tem que tomar as ruas por novas eleições presidenciais.

Os protestos que tomam conta do Brasil e ocorrem em outras partes do mundo revelam que "o governo golpista de Michel Temer" não tem legitimidade, nem apoio popular. A afirmação é do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado estadual Marcelino Galo (PT).  Para o parlamentar, Temer é uma figura "inexpressiva" e o encontro do G20, na China, deixou isso evidente ao mundo.
"Até o Papa Francisco está preocupado com o futuro do Brasil, e cancelou, coincidentemente logo após o golpe, a visita que faria ao nosso país em 2017. É um governo sem nenhuma legitimidade também no plano internacional, a foto oficial do G20 é simbólica nesse sentido, o que deixa o Brasil numa situação pouco confortável".  As medidas no plano econômico e as reformas propostas para previdência e flexibilização da legislação trabalhista, inclusive com terceirização irrestrita, também foram criticadas por Galo. "São medidas que apontam para retrocessos inimagináveis para o povo brasileiro", ressaltou. "Se perguntam muito para onde vamos, e eu digo que esse governo usurpador leva o Brasil para o obscurantismo, para o abismo do atraso, com corte de direitos e conquistas sociais", enfatizou Galo para quem "o povo deve tomar as ruas por novas eleições presidenciais".


Assessoria de Imprensa


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